Se Romero for aliado de João Azevêdo serei seu adversário, avisa Cabo Gilberto

Um dos representantes do Bolsonarismo na Paraíba, o deputado estadual Cabo Gilberto (PSL) afirmou que não acredita numa aliança entre o ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD) e o governador João Azevêdo (Cidadania) nas eleições 2022.

“Será uma surpresa muito grande para mim se isso vier ocorrer. Eu só defendo o meu nome e respondo por mim. Mas se isso acontecer eu estou fora totalmente e será o nosso adversário político”, afirmou o parlamentar.

Cabo Gilberto disse esperar uma postura mais enfática do ex-prefeito que tem boa relação com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Se for o candidato da oposição. Tem conceito com o presidente da República e será o nosso candidato. Se tiver todo esse grupo definido sem nenhum tipo de critica, enfraquecimento, a gente trabalha sem nenhum problema.

Mais PB / Foto: Nyll Pereira/ALPB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1