‘Dia D’ de vacinação contra Covid-19 tem 520 pontos abertos na Paraíba

A Paraíba realiza o Dia D da vacinação contra a Covid-19 neste sábado (25). Para isso, 520 pontos estarão abertos em estado, com o intuito de oportunizar o acesso da população à vacina. A abertura oficial em João Pessoa será às 9h, no Parque da Lagoa, e ao mesmo tempo acontece em Campina Grande, no Parque do Povo.

De acordo com a coordenadora do Núcleo de Imunizações da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Isiane Queiroga, o objetivo da ação é resgatar as pessoas não vacinadas ou aquelas que não receberam a segunda dose no tempo oportuno. Ela reforça que a população que ainda não atingiu o prazo que está no cartão de vacinação não poderá antecipar sua dose no Dia D.

“A meta é melhorar a cobertura vacinal da Paraíba, até porque já distribuímos 100% das vacinas para a população adulta. Solicitamos aos municípios que estão com baixa adesão que mobilizem a população para que neste sábado procure o posto mais próximo para ser imunizada”, pontua.

Isiane Queiroga afirma que os municípios terão dois tipos de postos: o fixo, que são as salas de vacinação convencionais; e os volantes, que estão fora das unidades de saúde para facilitar o acesso da população.

O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, reforça que é fundamental a adesão da população à campanha de vacinação contra Covid-19 para que, gradativamente, possamos flexibilizar as atividades até que elas voltem a pleno funcionamento. Ele pontua que mais de 500 mil pessoas ainda não receberam a segunda dose da vacina e algumas pessoas acima de 18 anos não procuraram os postos de saúde para iniciar o esquema vacinal.

“Nós esperamos que pelo menos 60% dessa população seja vacinada para que tenhamos cada vez menos pessoas hospitalizadas e menos óbito. O movimento de amanhã é destinado no sentido conclamar todos os paraibanos que se dirijam às salas de vacinação e apliquem a vacina no braço”, destaca.

Geraldo Medeiros reforça que a campanha de vacinação não irá finalizar após o Dia D. Ele pontua que os pontos de vacinação continuarão abertos para contemplar os idosos acima de 70 anos e os imunossuprimidos, com a dose de reforço, e os pré-adolescentes e adolescentes de 12 a 17 anos que já podem receber a vacina da Pfizer a partir de agora.

A meta mínima a ser alcançada para a vacinação é de 90% do público-alvo preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações. Neste sábado, não será necessário o agendamento para tomar a vacina. O usuário deve portar documento oficial com foto, comprovante de residência, cartão do SUS e o cartão de vacina, caso já tenha recebido a primeira dose.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1