EM SUMÉ: Prefeito Éden Duarte autoriza pavimentação do bairro Zé Marcolino

O prefeito de Sumé, Éden Duarte, assinou na tarde desta quinta-feira (23), a ordem de serviço autorizando o início da pavimentação do bairro Zé Marcolino, antigo loteamento Master, por trás do Posto Canarinho, às margens da BR 412.

A obra inclui as ruas: Pássaro Carão, Sala de Reboco, Cacimba Nova, Manoel Braz de Macedo e um trecho da rua Serrote Agudo, e faz parte do maior programa de pavimentação da história do município executado pelo prefeito Éden Duarte.

O projeto está orçado em R$ 234 mil e será executado com recursos próprios do município. Ao todo serão realizados 3.005,80 m² de calçamento em paralelepípedo e 75,50m de meio fio.

A contratada para execução da obra é a APN construções e serviços EIRELLI, por meio da modalidade licitatória Tomada de Preço nº 08/2021 e a previsão de conclusão é de seis meses.

Um dos moradores mais antigos da localidade, Neymar Brito, agente de desenvolvimento do Banco do Nordeste destacou em sua fala o alinhamento entre o discurso e a prática do prefeito Éden, o que segundo ele, quando se compromete com algo, de fato realiza. Alexandre Batista, outro morador, complementou dizendo que o prefeito realiza e rápido.

A conselheira do Orçamento Democrático Municipal (ODM), Alcideni Lira, agradeceu ao prefeito pela atenção a todas as demandas oriundas do ODM e que, por esse motivo, a comunidade tem procurado cada vez mais os conselheiros para reivindicar.

Os vereadores Antônio Carlos (presidente da Câmara) e José Antônio (líder do governo), fizeram um resgate histórico do loteamento, do pedido feito por Robério Paulino (in memorian) para que as ruas fossem nomeadas com nomes de músicas do poeta sumeense Zé Marcolino e falaram da satisfação em fazer parte de uma gestão que mantém seus prazos e compromissos com a população.

O prefeito Éden por sua vez, agradeceu aos moradores pela presença e pela confiança em sua gestão, ao deputado Wellington Roberto que tanto tem contribuído com o município de Sumé, ao ODM e à Câmara de Vereadores pela parceria. O prefeito ratificou que suas promessas e de seu vice, Manezinho Lourenço, não são de campanha, mas sim de compromissos assumidos com a população.

A assinatura da ordem de serviço aconteceu na residência do senhor Fernando Valadares que, embora ausente por questões de saúde, enviou ao prefeito mais um poema de agradecimento por tudo que ele tem feito pelo município de Sumé.

Sumé merece destaque pelo prefeito que tem / Disposto e trabalhador / Comprometido também / Com a OS assinada / O calçamento agora vem.

A solenidade contou também com a participação do secretários de governo, Décio Bezerra (Obras e Serviços Urbanos), Bonílson Timóteo (Educação), do chefe de gabinete, Heleno Júnior, do engenheiro da obra, Plínio Medeiros, além dos moradores.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1