João Azevêdo assina contrato para implantação da sede do Grupo Capri e assegura geração de novos empregos

O governador João Azevêdo assinou, nesta terça-feira (21), em João Pessoa, o contrato para implantação de uma unidade do Grupo Capri Logística no município de Conde. Com sua matriz localizada em Serra, no Espírito Santo, e filiais nos estados de São Paulo e Santa Catarina, o grupo atua no ramo de importação e distribuição de peças e acessórios para motos e pretende investir, na Paraíba, cerca de R$ 31 milhões, gerar 90 empregos diretos e 110 indiretos, com uma previsão de faturamento de R$ 290 milhões.

A nova unidade da Paraíba atenderá oito estados, sendo eles: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e a própria Paraíba no segmento de motopeças, peças e acessórios para bicicleta.

De acordo com o Grupo, as operações de distribuição através da Paraíba já se iniciam no mês de novembro deste ano, a partir de um imóvel locado. A expectativa é que no prazo de 24 meses comece a operar a unidade que será construída no Distrito Industrial de Conde.

Na ocasião, o governador ressaltou a potencialidade da Paraíba para atração de novos investimentos que resultam na geração de emprego e renda e no aquecimento da economia. “Nós temos uma localização estratégica, logística de transporte de qualidade, uma excelente malha rodoviária e temos atraído vários centros de distribuição por conta da eficiência da nossa gestão fiscal e dos investimentos em pesquisa e tecnologia”, frisou.

Ele também destacou que a capacidade de investimento tem permitido a geração de saldo positivo de empregos. “Apesar do período difícil que enfrentamos com a pandemia, demos andamento às obras e ações que impulsionam o crescimento da Paraíba e geram novas oportunidades para o nosso povo e eu desejo ao Grupo Capri muito sucesso e boas vindas na nossa terra”, comentou.

O diretor presidente da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep), Rômulo Polari Filho, evidenciou que o ambiente propício para negócios, a solidez fiscal e a qualificação profissional têm assegurado novos investimentos no estado. “A Paraíba se consolida no cenário nacional como um estado extremamente competitivo no que diz respeito à logística quando tratamos do mercado consumidor do Norte e Nordeste e várias empresas sediadas no Sul e Sudeste estão identificando a Paraíba como um lugar estratégico”, observou.

“O Grupo Capri Logística tem em seu portfólio as empresas Motociclo, especializada na comercialização de motopeças, e a Isapa, especializada na comercialização de autopeças e peças para bicicletas. O Grupo acredita fortemente que a sua presença na Paraíba elevará consideravelmente a qualidade do atendimento e dos serviços prestados aos clientes do Nordeste, reduzindo o tempo de entrega para os clientes desta região. Temos certeza de que a Paraíba nos proporcionará uma vantagem logística em relação aos nossos concorrentes”, comentou Isacco Douek, acionista majoritário do Grupo Motociclo.

As empresas Motociclo e Isapa são referências nacionais em seus ramos de atuação. Juntas trabalham através de quatro bases de negócios: importação, logística, comercialização e distribuição.

Segundo Isacco Douek, as empresas têm como principal pilar a importação de produtos. “Ainda na parte comercial temos um grande mix de produtos e prezamos pela continuidade e segurança do abastecimento, portanto a principal filosofia do grupo é trabalhar com estoque adequado para sempre atender aos nossos clientes. A logística e a distribuição são motivo de orgulho para as empresas do grupo por terem uma engrenagem que proporciona um serviço de qualidade atrelado a um ótimo tempo de entrega. A implantação da nova unidade na Paraíba contribuirá para aperfeiçoar o que já é muito bom”, acrescentou.

O secretário de Estado da Fazenda, Marialvo Laureano, e a gerente tributária do Grupo Motociclo, Alessandra Castro, estiveram presentes.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1