Após erupção de vulcão, risco de tsunami no Brasil é descartado por especialista

O vulcão Cumbre Vieja entrou em erupção neste domingo (19), em La Palma, uma das ilhas do arquipélago espanhol Ilhas Canárias. De acordo com autoridades espanholas, que pediram aos curiosos para não se aproximarem da área, 300 pessoas foram retiradas de suas casas e enviadas para o campo de futebol de El Paso. Estradas foram fechadas devido à explosão.

O portal de notícias Uol publicou uma matéria neste domingo (19), onde o pesquisador Carlos Teixeira, do Instituto Labomar (Instituto de Ciências do Mar), vinculado à UFC (Universidade Federal do Ceará, descartou um possível tsunami no Brasil. Segundo o acadêmico, o fenômeno que ocorre na parque Cumbre Vieja, a oeste da África tem sido monitorado, mas ainda é tido como pequeno e que “em nenhum momento” está gerando ameaça de tsunami no país.

Na semana passada, um alerta de risco sobre o fenômeno provocou especulações de que o litoral nordestino poderia ser afetado com a formação de grandes ondas a partir da erupção do vulcão Cumbre Vieja. O assuntou preocupou paraibanos e, na oportunidade, o Portal T5 conversou com o geógrafo do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), Ericson Nóbrega Torres, que disse que as chances seriam remotas de fato.

Portal T5

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1