Homem mais alto do Brasil, caririzeiro Ninão vai precisar amputar perna e família inicia campanha solidária para compra de prótese

Um história comovente de sofrimento e superação. Assim, é a vida de Joelison Fernandes da Silva, mais conhecido como Ninão, o homem mais alto do Brasil e o segundo maior do mundo, que mora em Assunção, no Cariri paraibano. Há quatro anos sem poder andar e de cadeira de rodas, ele foi informado por médicos que precisará amputar a perna direita que se encontra com uma infecção óssea chamada de osteomielite, que pode causar dor, febre e calafrios.

Segundo um relato publicado no seu perfil no Instagram, Ninão, que tem 2,37m de altura e 200kg, diz que perdeu a sensibilidade de parte da perna. A família, de origem humilde, conta que, além dos problemas decorrentes da doença, Ninão sofreu bullying e ficou desempregado pela sua condição física. “Geralmente, pessoas da minha idade calçam 40, 42 ou 44. Eu calço 60”, disse.

Em 2018, Ninão chegou a ser internado no Hospital Universitário Alcides Carneiro, em Campina Grande, para tratamento da doença e a família fez uma campanha para custear uma cadeira de rodas em tamanho especial. Ele chegou a fazer um apelo em vídeo para que transportadoras de Belo Horizonte, em Minas Gerais, trouxessem para Assunção um equipamento feito especialmente para suportar seu peso.

Já em junho deste ano, Ninão pediu ajuda para pagar as despesas do tratamento médico e conseguiu arrecadar R$ 13 mil, mais que o dobro da meta estipulada. O fato foi transmitido no programa Cidade em Ação, da TV Arapuan. Quem puder doar para o financiamento da prótese, pode contribuir com o valor mínimo de R$ 25 no site https://voaa.me/ninao-gigante-….

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1