Festival do Queijo de Soledade inicia sua primeira edição e expectativa é colocar evento no calendário de turismo da Paraíba

O 1º Festival de Queijos de Soledade começou ontem (16) e a programação segue até amanhã (18). A expectativa da gestão municipal é tornar a data marcante dentro do calendário de eventos e do turismo paraibano, tendo em vista que o município de Soledade, no Cariri, é ponto certo de parada de viajantes que passam pela região. Além da exposição de queijos artesanais de vaca e de cabra, ainda há um festival gastronômico com uma variação de 15 tipos de pratos que levam queijos.

Esse evento conta com a participação de 15 empreendimentos desde restaurantes, lanchonetes e panificadoras, até ambulantes, que desenvolveram um cardápio especial, que varia de espetinho a hambúrguer e cachorro quente com a presença de queijos. O Festival é uma realização da Prefeitura de Soledade com apoio do Governo Federal, do Sebrae e da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur). Entre os objetivos estão potencializar a economia local e gerar emprego e renda.

“Esse festival tem exatamente esse propósito. Primeiro mostrar o desenvolvimento regional na nossa cidade, principalmente ao homem do campo e gerar oportunidades e também transformar esse dia de hoje como uma data efetiva marcante para ser o destino do turismo anualmente de Soledade. Esse é um dia para ficar marcado e tenho certeza que a partir daqui se inicia um trabalho de incentivo à produção do leite de cabra e, consequentemente, a produção dos seus derivados”, comentou o prefeito Geraldo Moura Ramos.

Uma das expectativas é incentivar os produtores na produção, principalmente do leite de cabra, pois ainda é pequena, 100 litros por dia, enquanto de vaca, chega a 6 mil litros diários. Além da venda do líquido, ainda é retirado para a fabricação de queijos vendidos no município e região. A ideia, com esse festival, é aumentar essa produção, segundo frisou o prefeito.

“Que os produtores se sintam estimulados e terem a garantia de que vão produzir o leite e vai ter o que fazer com o leite, ou seja, buscar, independente de que o leite seja repassado para o governo do Estado, mas sim que esse leite seja produzido, seja processado, transformado em produto e agregado valor, consequentemente também irá melhorar a receita das suas famílias”, destacou.

Os queijos já contam com um selo de inspeção municipal, mas o foco é buscar outro selo para que consiga vender para fora do estado paraibano. “Aqui em soledade nós já temos a lei que é o selo de inspeção municipal e o nosso foco agora é pegar o selo arte que vai para que possa vender não só dentro de município, mas que possa vender para todo Brasil até para a exportação”, finalizou.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1