Paraíba chega a 160 casos da variante Delta e oito mortes em 39 municípios

Infecções pela variante Delta do novo coronavírus já foram confirmadas em 39 municípios paraibanos até essa quarta-feira (15), conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Até o momento a variante é responsável por oito mortes e 160 casos da Covid-19 no estado.

Outros 122 possíveis casos da variante seguem em investigação, aguardando resultado de sequenciamento genético. As mortes pela Delta foram registradas em Campina Grande (3), Alagoa Nova (2), João Pessoa (1), Lagoa Seca (1) e São João do Tigre (1).

Campina Grande lidera o número de registros, com 53 casos, seguida de João Pessoa, com 26 casos e Alagoa Nova, com 16.

Na Paraíba, 30 pessoas foram infectadas pela cepa indiana e estão curadas.

Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1