Cabaceiras confirma primeiro caso da variante Delta no município

A Secretaria Municipal de Saúde de Cabaceiras através da Secretaria Estadual de Saúde, confirmou na tarde desta quarta-feira(15), o primeiro registro de caso da variante Delta no município.

O primeiro caso, trata-se de uma mulher, 46 anos, já vacinada, que apresentou sintomas leves e já está curada. A paciente realizou o exame de RT-PCR, que é exame padrão ouro para detectar os casos suspeitos de COVID-19, no dia 19/08 e imediatamente iniciou o isolamento social juntamente com os familiares que também realizaram o teste, conforme protocolo, e após o isolamento e monitoramento e suporte da equipe de saúde, a paciente já se encontra curada.

Contudo, a Secretaria Municipal de Saúde alerta a população sobre a presença da variante Delta no município, e solicita que todos continuem mantendo os cuidados de prevenção, use máscara, mantenha o distanciamento social, e acompanhe o calendário de vacinação, pra tomar sua dose, desta forma você está se protegendo e protegendo sua família, amigos e vizinhos.

Recentemente os municípios caririzeiros de Barra de Santana, Caturité, Santo André, Monteiro e Serra Branca registraram os primeiros casos da variante Delta, mas nesta terça-feira(14), as Secretarias de Saúde dos municípios de Monteiro, São do Tigre e Serra Branca, de forma conjunta, emitiram uma nota esclarecendo que houve um equívoco por parte da Secretaria de Estado da Saúde ao divulgar a existência de casos da variante Delta nestes municípios.

De acordo com a nota, as informações repassadas pelo LACEN-PB (Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba) afirmam que as amostras analisadas são sugestivas para a variante Delta, porém, foram encaminhadas para a Fiocruz e só poderão ter confirmação após análise laboratorial.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1