Santo André adere ao movimento Dia Mundial da Limpeza e define vasta programação para o próximo 18 de setembro

O município de Santo André, numa ação entre as Secretarias de Meio Ambiente, Saúde, Infraestrutura e Comunicação, aderiu ao Dia Mundial da Limpeza. A cidade é a única do Cariri até o momento a aderir ao projeto idealizado e organizado pelo Instituto Limpa Brasil, que desenvolve diversas atividades pelos Estados Brasileiros envolvendo a preservação do meio ambiente e o recolhimento adequado do nosso lixo.

No próximo dia 18 de setembro, Dia Mundial da Limpeza, municípios de todo o País organizarão programações próprias de educação e preservação do meio ambiente. Em Santo André, uma vasta programação foi montada e contará com envolvimento de funcionários públicos, voluntários e, principalmente, a população local.

A frente da iniciativa, o secretário de Meio Ambiente, Marcelino Cavalcante, explicou que o município definiu a instalação de um Ecoponto, que funcionará no Serenão das 08:00 às 11:00, e durante todo o dia estará recolhendo roupas, calçados, objetos e brinquedos, que serão destinados ao Bazar do Hospital da FAP, em Campina Grande. A esta ação damos o nome de Limpeza Solidária.

Os agentes comunitários de saúde também se integrarão à iniciativa e visitarão as casas do município fazendo um trabalho de conscientização e prevenção contra o mosquito da dengue.

Voluntários e servidores da Infraestrutura farão uma busca ativa por resíduos e materiais recicláveis no entorno da cidade. A população também é chamada a separar seus recicláveis e/ou materiais poluentes, como pilhas, baterias, celulares e outros, que deverão ser entregues no Ecoponto, instalado no Serenão.

A Prefeitura de Santo André ainda instalará neste dia as primeiras lixeiras com separação de resíduos em locais públicos do município.

“Será um grande projeto e uma iniciativa pioneira em nossa cidade. Vamos poder público e a população dizermos juntos que queremos uma cidade limpa, organizada e solidária”, destacou o secretário Marcelino Cavalcante.

Ascom

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1