Serra Branca confirma de uma só vez três casos da variante Delta no município

Em informação trazida em primeira mão pela coordenadora do setor epidemiológico do município de Serra Branca, Renally Almeida, o município de Serra Branca confirmou de uma só vez três pacientes com a variante Delta. Os pacientes já estão curados, mas a Secretaria de Saúde alerta para a presença da variante na cidade.

Dos três casos confirmados no município, 02 são da mesma família e em geral são pessoas jovens. Segundo Renally Almeida, os pacientes têm entre 20 a 41 anos de idade. Dos três infectados com a Delta, dois ainda não haviam tomado a vacina contra a Covid-19 e outro paciente tomou apenas a primeira dose.

Em contraponto, festas estão sendo realizadas em todo o município e a maioria delas sem cuidados sanitários. Neste final de semana, foi realizada uma festa particular, onde era visível a aglomeração de pessoas sem fazer o uso de máscaras.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1