Ricardo Coutinho deixa presidência do PSB na Paraíba; Gervásio Maia assume o posto

O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) deixou à presidência da Comissão Provisória do PSB da Paraíba, função que ocupava desde setembro do ano passado após a intervenção nacional que tirou Edvaldo Rosas do cargo.

O deputado Gervásio Maia, que já respondia como vice-presidente da sigla, assumirá o posto de presidente. Já Ricardo, exercerá a presidência de Honra e estará à frente da Fundação João Mangabeira.

Fim da Comissão Provisória 

Terminou nesta quarta-feira (8) o prazo de 120 dias da Comissão Provisória do PSB na Paraíba, nomeada pela direção nacional do partido, para a convocação de novas eleições de um diretório definitivo.

No site do Tribunal Regional da Paraíba (TRE-PB) já não consta a estrutura partidária da legenda, que tinha como presidente o ex-governador Ricardo Coutinho.

Em agosto do ano passado, após a autodissolução do diretório estadual por estratégia do grupo político do ex-governador Ricardo Coutinho, a direção nacional do PSB nomeou a Comissão Provisória, dividindo o partido entre os grupos de Coutinho e de João Azevêdo, atual governador. Azevêdo deixou o PSB em dezembro.

Confira a nota do PSB: 

Em virtude da necessidade estatutária de renovação da comissão provisória do Estado da Paraíba, comunicamos que o nosso sempre presidente Ricardo Coutinho, a partir desse novo momento, concentrará suas atividades mais especificamente na fundação joão mangabeira. No entanto continuará como presidente de honra do partido no Estado e na executiva nacional, contribuindo como militante nas eleições de 2020, na luta das ruas e nos debates e desafios que juntos enfrentamos. 

Agradecemos a tarefa cumprida nesse período de transição interna do PSB paraibano, quando duplicamos as Comissões Executivas Municipais. Agora, o PSB-PB será presidido pelo deputado federal Gervásio Maia, que dará continuidade ao trabalho que faz do partido a grande força transformadora na Paraíba. 

De Olho no Cariri

Mais PB

Por: KLEBSON WANDERLEY em 8 de janeiro de 2020

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