Presos de alta periculosidade furam buraco em isolado da Cadeia de Soledade e fogem

A direção da Cadeia de Soledade confirmou a fuga de dois apenados de alta periculosidade, que estavam internos na unidade. Um é natural de Natal, no Rio Grande do Norte, e outro de Olivedos na Paraíba. Eles foram presos por homicídio e assalto e por isso são considerados bastante perigosos.

Segundo informações apuradas pelo portal De Olho no Cariri, os indivíduos fugiram por volta das 4 da madrugada através de um buraco feito por eles mesmos por cima da cela, na parte do isolado.

Os apenados que fugiram são Edson da Silva Santos e Joabson do Nascimento.

A direção da Cadeia de Soledade pede às pessoas para ficarem atentas e qualquer informação sobre seu paradeiro informar à Polícia Militar pelo telefone 190. O diretor ainda pede que as pessoas compartilhem as fotos dos fugitivos para ajudar na localização dos mesmos.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1