Atleta Marcelinho Paraíba marca data para aposentadoria e para virar político

O veterano Marcelinho Paraíba, 44 anos de idade, está com os dias contados para pendurar as chuteiras. Foi o que ele disse no sábado (24), quando disputou a última rodada da Série C do Campeonato Brasileiro pelo Treze. Ainda no gramado do Estádio “O Amigão”, em Campina Grande, o jogador disse que pretende encerrar a carreira após o Campeonato Paraibano de 2020. Ele agora se dedicará à política, disputando as eleições do ano que vem para vereador na cidade.

Recentemente, Marcelinho Paraíba recebeu um convite do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Ele também foi chamado para outras legendas e está avaliando em qual partido deve se filiar para concorrer ao pleito. No sábado, o atleta ajudou o Treze a escapar do rebaixamento depois do empate pelo placar de 2 a 2 contra o rival Botafogo-PB. O jogador foi substituído no segundo tempo pelo meio-campista Bismarck.

“Ainda não tenho nada acertado com o Treze para continuar. Mas devo jogar até o final do estadual do ano que vem, já que no segundo semestre quero entrar para a política”, disse o jogador, radicado no bairro de José Pinheiro.

Fonte: Blog do Paulo Pessoa

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1