Batinga ou Conrado: Quem vai pro combate? « de olho no cariri

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5 de junho de 2015

Batinga ou Conrado: Quem vai pro combate?



Por Simorion Matos

BATINGA OU CONRADO: QUEM VAI PRO COMBATE?

A possível candidatura do ex-prefeito e ex-deputado Carlos Batinga à Prefeitura de Monteiro nas eleições do próximo ano já não é somente “invenção de quem pensa em política 24 horas por dia”.

O próprio presidente estadual do Partido Socialista Cristão – PSC, Marcondes Gadelha, lançou recentemente a pré-candidatura de Batinga, durante encontro do partido em João Pessoa. O projeto do partido é lançar candidaturas próprias nas principais cidades paraibanas, entre elas Monteiro.

Carlos Batinga já afirmou várias vezes nos meios de comunicação da região, que não está em seus planos disputar a prefeitura de Monteiro em 2016. Mas simpatizantes e amigos do engenheiro incentivam a idéia e torcem para que ele aceite o desafio. Consideram que ele seria o único nome com potencial para tentar superar uma candidatura apoiada pela prefeita Edna Henrique e o deputado João Henrique.

Parece que o nome do ex-vereador Conrado já não tem unanimidade na oposição.

CONTAS APROVADAS

O equilíbrio financeiro e o controle rigoroso nos gastos contribuem decisivamente para o sucesso da prefeita Edna Henrique à frente da Prefeitura de Monteiro.

Os compromissos financeiros da administração municipal são mantidos rigorosamente em dia e o funcionalismo recebe os salários dentro do mês trabalhado desde o primeiro mês do governo.

E na manhã da quarta-feira (03) o Pleno do Tribunal de Contas da Paraíba, aprovou a prestação de contas da Prefeitura de Monteiro do ano 2013. Não é à toa que a prefeita acompanha pessoalmente os trabalhos, cobrando resultados da equipe.

INSEGURANÇA GENERALIZADA

Embora o governo não queira admitir a dura realidade, o clima de insegurança na região do Cariri é generalizado.

O efetivo policial é insuficiente para dar cobertura aos municípios e os esforços das autoridades policiais esbarram nas limitações operacionais.

O número de policiais nas ruas precisa, no mínimo, ser dobrado. Além, é lógico, de ações sociais, polícia comunitária e trabalhos de inteligência.

SUMÉ: NETÃO OU POVÃO

O vereador Juan Pereira continua incomodando em Sumé.

Mesmo sendo na tribuna do parlamento sumeense uma voz praticamente isolada, o jovem parlamentar consegue muita projeção, principalmente por levantar temas considerados polêmicos.

O projeto que propõe a mudança do nome do Ginásio de Esportes gera, no mínimo, muita discussão.

UMAS & OUTRAS

O prefeito Arnaldo Lafayette, que governou Monteiro de 1969 a 1972, derrubou o tradicional coreto da Praça João Pessoa, que era ponto de encontro da boemia monteirense.

O poeta Firmo Batista retratou em versos a angústia provocada pela demolição.

Quando o coreto caiu.

(Firmo Batista)

Chorou Zinaldo Romão,
Bague, Fernando e Cici
Romero, Flávio e Sadi,
José Lucena e Bocão.
Adjar e Zé Grampão,
Um chorou, outro sentiu,
Argemiro quando viu,
Caiu nos pés de Lolô,
Todo este povo chorou
Quando o coreto caiu.

Paulo de Paizin Romão,
Peba e Luiz Marcelino,
Luizinho Virgulino,
Paulo Nunes, Cacetão,
Natanael e Barrão,
Pepê, chorando saiu,
E quando João Graxa viu
Com Pinincha se abraçou,
Todo este povo chorou,
Quando o coreto caiu.

Zé Morato, Zé Tempero,
Rú e Otávio Amador,
E Dóia, o vereador,
Serafim, o Bodegueiro,
Bebete e Biu sapateiro,
Dé Marcelino fugiu.
O pobre Mané Titiu,
Foi costurar, se furou
Todo este povo chorou,
Quando o coreto caiu.

Cláudio Leite, Zi Romão,
Jaime Gomes, Ferreirinha,
Zé Gomes e Antonio Rainha,
Dulirio, Luiz Cabeção.
Jota Quinca e Carretão,
Arnaldo Nunes mentiu,
Dizendo que em casa viu
Quando Bira desmaiou
Todo este povo chorou,
Quando o coreto caiu.

Léo de Silva Brito e Jú,
Dé de Juza e Severino,
Nezinho e até Silvino,
José do Foto e Tutu,
Temi, só faltava tu
Porém o povo exigiu,
Depois que você saiu,
Preço de cana baixou,
Todo este povo chorou,
Quando o coreto caiu.

Zé Torres, Bosco, Mazinho,
Jorge Duarte, Averaldo,
Geraldo e outro Geraldo,
Um caduco, outro branquinho,
Carlos Farias, Marinho,
Doncilio se escapuliu
Pedrosa Amador não viu,
Mas em Brasília sonhou,
Todo este povo chorou,
Quando o coreto caiu.

Almir e Joubert Ferreira,
Chico Cirilo e seu mano,
Novinho e José Baiano,
Mário e Antonio Pereira,
Aí seu Pedro Siqueira
Parou o Toyota e viu,
Quis sair, mas não saiu,
No volante desmaiou,
Todo este povo chorou,
Quando o coreto caiu.

Santo Barbosa, zangado,
Disse a seu Chico Batinga:
Neste Monteiro não vinga.
Prefeito do meu agrado
O coreto é derrubado,
Porém ninguém dá um piu,
Doutor Ageu construiu,
E Arnaldo derrubou,
Todo este povo chorou,
Quando o coreto caiu.

Pedro de Doutor Maninho,
Disse a Gaiamum de Zi,
Gaiamum disse a Didi,
Didi disse pra Carlinho,
Carlinho pra Romãozinho,
Dema contou a Bibiu,
Até Zé Pretinho ouviu,
Quando Humberto reclamou.
Todo este povo chorou,
Quando o coreto caiu.



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